A cada nova piada-velha,
conhecida e manjada,
outra risada rasgada
pelo simples prazer de rir, por rir!
Viver por isso,
como filho, pai e finalmente avô...
procurando o sorriso mais besta,
quando menos se des-esperava.
Inteligente o bastante
para bem saber rir de si...
Gargalhar das auto-fragilidades,
ou de semelhanças com Dori.
Chegar ao fim, campeão,
certo de ver, como nunca,
rebentos tão prontos
para enfrentar a vida sorrindo.
Agora, para lhe encontrar,
basta pisar nas areias de Itaipu,
respirar profundamente sob o céu azul
e nesse momento, em voz baixa, cantar:
“O Mar, quando chega na praia, é bonito...”
João F. A. Cunha
26/01/2010
quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010
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